EUA oferece de bandeja o Líbano ao Hezbollah

Elijah J. Magnier

Trad. Alan Dantas
Quando o subsecretário de Estado para Assuntos Políticos dos EUA, David Hale, compareceu perante o Comitê de Relações Exteriores do Senado, ele disse à senadora democrata Jeanne Shaheen que Washington tinha investido dez bilhões de dólares na campanha de “máxima pressão” para combater o Irã e os esforços para enfraquecer o Hezbollah, reduzir sua influência e impedi-lo de explorar as circunstâncias para expandir sua atuação. 

Com o Hezbollah se tornando mais forte e envolvido em vários teatros militares na Síria, Iraque e Iêmen, é um reconhecimento direto de que os EUA fracassaram em seu esforço; o objetivo não foi alcançado. Mas o mais importante hoje é que a administração dos EUA e os países árabes ricos em petróleo abandonaram o Líbano à própria sorte, mais uma vez oferecendo o país ao Hezbollah de bandeja.

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