Fatos sobre a Guerra em Gaza na perspectiva do “Eixo de Resistência”

Elijah J. Magnier

Trad. Alan Dantas


Lições foram aprendidas da batalha travada por Gaza contra Israel sob o título “A Espada de Jerusalém”. Fontes no “Eixo da Resistência” revelaram que “Israel usou apenas um terço de sua eficácia militar e manteve os outros dois terços prontos temendo uma batalha que se expandisse para uma área regional com a participação de forças leais à resistência em Gaza”.

Israel havia iniciado manobras militares com dezenas de milhares de suas forças, consideradas a maior manobra desde o surgimento de Israel. A manobra desencadeou um grave alarme no Líbano, onde o Hezbollah pediu uma mobilização geral se a manobra se transformasse em uma verdadeira guerra contra o s libaneses.

Os confrontos irromperam em Gaza no dia 10 deste mês, um dia após o início das manobras israelenses, forçando Israel a parar e adiá-la para uma data posterior. Israel sempre considerou a posse do Hezbollah de mísseis de precisão e mais de 150 mil foguetes e mísseis como uma ameaça estratégica que deveria ser dissuadida. Assim, os líderes israelenses pensaram que o ano 2021 seria o ano em que a ameaça do Hezbollah seria removida.

Parece que a guerra em Gaza alterou os planos israelenses, impondo uma mudança significativa dos objetivos e um desvio do esforço militar para as necessidades da frente doméstica e dando prioridade aos enfrentamentos. De fato, sete mil novos soldados israelenses foram alocados para apoiar as já ocupadas unidades encarregadas dos sistemas de interceptação de mísseis. Estes tiveram que lidar com 4300 foguetes e mísseis disparados em apenas 11 dias de guerra. Outras unidades militares israelenses estavam alertas para se prepararem para uma possível, mas limitada, invasão de Gaza (que nunca ocorreu).

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